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Hipnose: uma quebra de conceitos existentes

Fala galerinha, tudo em cima? Hoje vamos falar de algo muito legal e que direto vemos na TV, seja em filmes, seriados e até mesmo em desenhos animados... a  H-I-P-N-O-S-E


É bem verdade que quando se fala em hipnose, a primeira coisa que se vêm a sua mente é alguém dormindo,                         l                      v                            t                           d                       
                                              e                        i                           a     n                    o


ou até mesmo imitando um macaco ou uma galinha em um show de mágica ou algo assim não é verdade??? Tudo bem, pode dar um sorriso :)  e admitir que é, porque essa é geralmente a única imagem que vemos e ouvimos falar sobre o assunto.
Um exemplo disso está até mesmo em episódios do pica-pau, relembre-se de um:


Viu?! Mas não é bem assim pessoal, a hipnose não se resume a uma pessoa está sendo dominada e obrigada a fazer o que ela não quer, muito pelo contrário, a hipnose é simplesmente um estado de alta concentração mental, tipo, um segundo plano de seu próprio eu. Deu para entender? Mais ou menos né. Pois bem, vou explicar melhor.

Quando a pessoa está hipnotizada, ela continua consciente e não faz coisas que ela não queira fazer, pois ela ainda se encontra acordada e em total alerta de todas as suas ações, só que voltada para apenas um ponto específico, geralmente, na fala do hipnotizador. A hipnose faz então, com que as pessoas se tornem mais abertas para aceitarem e ouvirem as recomendações do hipnotizador, acreditando que aquelas recomendações são reais.

Mas você sabia que a hipnose também pode ser usada como uma grande ferramenta para o tratamento da saúde psicológica como traumas, medos, angústias, aflições e até mesmo dores musculares? Pois é, a hipnose é capaz de ser utilizada como forma anestésica também, podendo substituir de forma magnífica a anestesia e o clorofórmio. Esse foi o principal tema abordado no segundo texto, "Hipnose e dor", dando um ótimo exemplo com Suzana, uma mulher com muitos problemas e dores e que acaba resolvendo isso em sessões de hipnose.

Já no primeiro texto trabalhado: "hipnose fora do palco", vemos que não há simplesmente uma única fase da hipnose, em que muitos acreditam que há pessoa vai deitar e dormir. Há cinco fases relativas a hipnose:

I - Leve alteração na respiração;
II - Relaxamento e sensação de corpo pesado;
III - Perda de algumas sensações e de alguns sentidos, como o tato;
IV - É possível responder perguntas e manter uma conversa;
V - Possibilidade de amnésia e alucinações.

Mas todas as pessoas passam e chegam no último estado? Não. Cada pessoa sofre uma variação  e uma aceitação diferente em seu corpo, por isso que o estudo da hipnose acaba sendo muito difícil, pois não existe um padrão.



A relação da hipnose pode ser encontrada diretamente no dia a dia nosso, quando por exemplo estamos muito focados em um filme e acabamos esquecendo o ambiente externo que estamos, ou até mesmo naquele livro tão instigante, que você se imagina na história, e participante dos acontecimentos. Legal né?! Algo que acontece direto com a gente e que pode ser comparada com a hipnose. E sabe aquele momento que a sua avó ou avô está tão conectado com a novela, que pede para atender o telefone da casa sendo que na verdade foi na TV? haha Tudo bem que por motivos de idade avançada acaba acontecendo essas perdas de sentidos e percepção de espaço, mas nem sempre é isso, é a alta concentração na novela que acaba fazendo-os acreditar e imaginar que aquela realidade e aquele segundo plano, é real.


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