Pular para o conteúdo principal
Estereótipos (rótulos)


"Má oe", como estão galerinha? Alguma novidade? Ta tudo em cima? Pelo título do texto de hoje já da para ter uma ideia do que vamos tratar né... Isso mesmo,


Para falarmos desse assunto, gostaria primeiro que cada um fizesse uma reflexão e buscasse na memória algumas vezes que já rotulou alguém e na maioria das vezes foi preconceituoso!!! Infelizmente essa é uma realidade, não precisamos nem fazer esforço que logo lembramos de algum caso que isso aconteceu. Seja de forma racial, econômica, sexual, social, religiosa... ou até de forma mais simples ainda, julgando o gosto musical ou a vestimenta que a pessoa está por exemplo.


Quando julgamos algo/alguém, constantemente estamos sendo preconceituosos e estereotipando! 
ESTEREÓTIPO? O QUE É ISSO PADRE? Vou explicar.

De "grosso modo", estereótipo é quando generalizamos alguém ou algum grupo social de acordo só com o que vemos (e ouvimos também), seja o comportamento ou as características presentes. Ou seja, com frequência fazemos essas atribuições, porém só de forma negativa, e quando essa rotulação é negativa, é definida como preconceito.



Quando se fala em estereótipos e atribuições, é inevitável falar de fatores internos e externos também. Mas o que isso tem a ver? Simples. Fatores externos podem ser definidos como a família, os amigos, os colegas de trabalho, entre outros, e eles tem relação com rotulação no momento que você julga outra pessoa pelos atos que ela faz. Um exemplo bem claro (pelo menos para mim), é quando acontece algo de ruim com você, e você atribui isso a um fator externo, culpando tudo e todos, menos você mesmo; isso se deve ao fato de você procurar algum "bode expiatório", algo em que você possa colocar a culpa para se sentir bem consigo mesmo, aliviando o sofrimento de culpa e dor. Porém, quando acontece algo de ruim, ou errado com outra pessoa, você não pensa duas vezes para julgar e culpar aquela pessoa pelos atos que ela cometeu, acusando-a de "burra, estúpida, trouxa...", ou pior, falando que ela "merecia passar por aquilo", afinal, cada um por si, e Deus (só) por você.


Para mim, isso tudo é uma forma clara de egoísmo. Pois em momento algum nos preocupamos com o próximo. Ou melhor, nossa única preocupação com o outro, é julgar e rotular. :/
É incrível como isso acaba sendo algo inevitável e incontrolável, algo da natureza humana não é mesmo?! Porém, temos que tentar dar um basta nisso, e converter essa situação, na qual é definida cientificamente como Tendenciosidade auto-servidora. 

Outra coisa galerinha, vocês sabem qual é a forma que influenciamos outras pessoas? Não? Então acho que vocês vão gostar dessa parte, mesmo sendo algo mais conceitual. Segundo French e Raven, autores do textos, existem 6 tipos de poderes e formas de influenciar. Sendo eles: 
  • Poder de coerção  => Uso de força e agressão;
  • Poder de recompensa  => Uso de algo em troca para conseguir o que procura;
  • Poder legítimo;     => Uso da legitimidade, "autoridade";
  • Poder de referência   => Usar outras pessoas como referência para influenciar; 
  • Poder de conhecimento  =>  Mostrar a importância e o valor de obedecer;
  • Poder de informação.  => Explicar a situação para que a pessoa se auto influencie,e faça o que for necessário.
O último é apontado como o "melhor", pois a pessoa reconhece a situação e a importância de estar fazendo aquilo, sabendo o por quê, o pra quê, se é viável ou não, se vale a pena manter ou não. É algo espontâneo que vai da própria vontade, sem ser algo passageiro e repentino.


Isso é tudo pessoal, vamos tentar trabalhar esse nosso lado preconceituoso que insiste em estereotipar e rotular as pessoas, para que dessa forma, possamos ter mais consciência e começar a pensar no próximo também. Sem rótulos => sem estereótipo => sem preconceito!!!

--

Rê baixim

--







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Estilhaçado... Espedaçado Tô na área pessoal!E essa postagem é realmente muito chocante, sabe porquê??? Porque é uma postagem verídica. Exatamente, tudo real.  Nossa história começa em 1941, quando um homem vivia em uma cidade tranquila da União Soviética, mas foi em 1943, quando este homem foi para a Guerra para lutar contra os nazistas, que acabou levando um tiro em seu cérebro, e que lhe trouxe muitas lembranças. Enfim, memórias estilhaçadas. Depois desse acontecido, ele foi encaminhado para o hospital, mas não lembrava de nada, nem mesmo do seu nome, porém com o tempo recuperou algumas coisas, pois em seu cérebro, as memórias estavam fragmentadas, "quebradas". Mas a parte interessante vem agora: mesmo com o paciente não estando em "estado perfeito", o autor quis estudá-lo, e é assim que deve ser, não devemos descartar uma pessoa do estudo só porque ela não te atende perfeitamente. E isso impulsionou ele a pesquisar e estudar este homem com mem...
Hipnose: uma quebra de conceitos existentes Fala galerinha, tudo em cima? Hoje vamos falar de algo muito legal e que direto vemos na TV, seja em filmes, seriados e até mesmo em desenhos animados... a   H-I-P-N-O-S-E É bem verdade que quando se fala em hipnose, a primeira coisa que se vêm a sua mente é alguém dormindo ,                         l                      v                            t                           d                                                                      e                 ...