O mal estar na cultura
Amigos da rede globo, voltei!!! Já estamos quase finalizando o trabalho deste blog, por isso, apreciem cada momento a partir de agora. O texto de hoje é de nada mais, nada menos, que o pai da psicanálise, FREUD. Ele mesmo, e ele vem apontar basicamente o problema da infelicidade do homem como algo decorrente da sociedade e da cultura. Mas será que isso é verdade mesmo? Vejamos a seguir...
Será que a felicidade, ou a infelicidade limita a liberdade humana? Por parte, sim. As vezes procuramos nas drogas, na religião, nos amigos (errados ou não), na família, força para sair da infelicidade e da tristeza. Mas sempre deve ser assim, devemos ser autônomos e buscar a felicidade e o prazer em si mesmo.
Não devemos nos limitar por causa da sociedade e da cultura imposta por ela, devemos fazer aquilo que queremos na forma que julgamos achar certo. É fato que a sociedade nos limita e nos rotula muitas vezes, provocando assim a infelicidade. Quer exemplos? Somos rotulados e julgados pela beleza, pela classe social, pela raça, pelos nossos pensamentos e etc... E a saída? Se drogar?! Se matar?! Procurar refúgio na religião?! Ou talvez nos amigos e na família?! Pois é, são muitas formas que tentamos nos refugiar e fugir da realidade, mas não devemos ser engolidos pela sociedade e sofrer as consequências por ela. Devemos ser firmes e manter-nos "fortes".
Conclusão disso tudo? Podemos definir o seguinte:
Cada pessoa é livre e pode ser o que quiser, não é necessário seguir um conjunto de normas imposto pela sociedade, somos livres e não somos obrigados a nada, nem seguir um determinado padrão. Não somos todos iguais, temos sentimentos diferentes, e a variância é parte do ser humano, ou seja, ninguém é igual a ninguém.
Resumindo, devemos respeitar cada pessoa, nem todas as pessoas são iguais, e não devemos rotular/estereotipar/humilhar e julgar as pessoas.



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